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Nota de esclarecimento -Matéria veiculada no Jornal Anhanguera 2ª Edição, do dia 16/01/2018

18/01/2018 - AEM/Governo do Tocantins

A  Agência de Metrologia, Avaliação da Conformidade, Inovação e Tecnologia do Estado do Tocantins (AEM-TO), órgão delegado do Inmetro no Estado do Tocantins, diante da matéria veiculada no Jornal Anhanguera 2ª Edição, do dia 16/01/2018, intitulada “Motoristas fazem protesto para conseguir regularizar carros rebaixados em Gurupi”, tendo em vista algumas inconsistências apresentadas na notícia, vem a público esclarecer alguns pontos importantes:

Primeiramente, cumpre esclarecer que a TV Anhanguera entrou em contato com a AEM-TO, por telefone, na tarde do dia 16/01/2018, por meio de uma de suas jornalistas, e foi atendida pelo corpo técnico da Agência, que respondeu a todos os questionamentos feitos. Entretando, estranhamente, além da matéria não apresentar o que foi respondido pelo técnico, ainda foi veiculada a informação de que não houve qualquer manifestação por parte da Agência.

Quanto ao serviço realizado para emissão do laudo necessário para legalização do veículo rebaixado, assim como foi informado por telefone, salientamos que o Inmetro não é responsável por sua realização, mas sim pela acreditação e credenciamento das oficinas (privadas) interessadas em realizar esse tipo de serviço, bem como sua posterior fiscalização. Vale ressaltar, também, que essa acreditação é realizada diretamente pela empresa interessada junto ao Inmetro, sem participação da AEM-TO.

Quanto à afirmação da empresa que prestava o serviço em questão, de que “não está fazendo o serviço porque aguarda uma resposta do Inmetro sobre a documentação encaminhada no ano passado”, após contato com o Inmetro, a respeito desse assunto, fomos informados que o credenciamento da empresa está suspenso desde setembro de 2017, por descumprimento de obrigações necessárias para sua efetivação. O orgão informou ainda, que até a presente data a empresa não se manifestou acerca dessas inconformidades encontradas. Assim, enquanto não houver a correção dessa situação, a empresa não poderá operar no Tocantins.

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